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Bandeirinhas, balões e fogueiras: história dos símbolos juninos

A festa junina é uma das celebrações mais amadas pelos brasileiros. Mas as celebrações atuais quase nada tem a ver com as origens dessas festas. Se atualmente estão vinculadas à religião, no nascedouro eram festas pagãs. Ocorriam no solstício de verão, passagem da primavera para o calor. O grande objetivo era afastar os maus espíritos ou pragas que afetassem as lavouras. Celebram o tempo de plantar e pedia-se a proteção dos deuses para as colheitas futuras. A igreja católica remodelou tudo. Passou a festejar os três santos: Santo Antônio, São João e São Pedro. Mas, santos à parte, você sabia que as bandeirinhas, balões e fogueiras das festas juninas tem importantes significados?

Bandeironas viraram bandeirinhas. Lavagem dos santos.

Um bom “arraiá” não existe sem muitas bandeirinhas. Poucos sabem, mas elas surgiram por causa dos três santos das festas juninas já citados. As imagens dos três eram gravadas em enormes bandeiras. E elas eram lavadas em uma cerimônia. Se a religião cristã se apropriou das festas pagãs de junho, as originárias da África. – candomblé e macumba – se apropriaram da lavagem dos santos. A água da lavagem dos santos era usada para molhar as pessoas, como um símbolo de purificação.

Fogueiras e balões.

As fogueiras também são simbólicas. Conforme o catolicismo, quando Santa Isabel estava prestes a ter um filho e necessitando de ajuda, avisou Maria, mãe de Jesus, fazendo uma fogueira. Na época pagã, a fogueira junina era acesa para proteger as pessoas dos maus espíritos. Os balões, por sua vez, eram usados para avisar a todos de que as festas juninas estavam começando. Nunca é pouco lembrar que os balões podem causar importantes incêndios e acabar com a festa. – CREDITO: CAMPO GRANDE NEWS

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